Novos livros!

2022 foi um ano muito animado e cheio de novidades!!!

Em março, publiquei meu primeiro livro HOT. Resolvi colocar a vergonha de lado e mergulhar num gênero que eu sou apaixonada! E no fim das contas, me descobri!

O primeiro livro desse gênero é também o primeiro de uma tetralogia que acompanha os integrantes da banda de rock do momento, a Heart Tornado! No primeiro volume dessa saga, O Vocalista Reservado, acompanhamos o Jay Ackerman, o vocalista, e sua assistente certinha e misteriosa. A Jo tem um segredo e tenta muito não se apaixonar pelo vocalista gostoso e sensual.

Em julho, resolvi mergulhar no romance hot dark e escrevi meu primeiro romance sobre máfia. Também é uma série, e cada livro vai acompanhar um membro do alto escalão da Stidda uma máfia italiana que domina a cidade de Nova York.

Começando pelo Capo. O Teo Ricci é o novo Capo da Stidda e ele tem uma missão, destruir a Catania e a La Santa, as máfias rivais em seu caminho. E para isso, ele precisa da sua Rainha. Cate Conti é a filha do falecido Capo da Catania e está sofrendo poucas e boas na mão do tio, o atual chefe. Apesar de tudo, ela continua boa, e continua na esperança de que seu amor da infância, o cara que foi prometido para ela não a esqueceu. E é claro que Teo não esqueceu o amor da sua vida. Ele é cadelinha por ela mesmo após dez anos separados.

E antes de partir para o segundo livro dessa saga (O Executor previsto para 2023) senti que Teo e Cate precisavam de mais alguns momentos juntos antes de deixarem de ser os protagonistas. Então em novembro/2022, publiquei um pequeno conto que se passa um mês antes do epílogo de O Capo: Stidda – O Capo e a Rainha

Em 2023 vem aí: O Executor, o segundo volume da série Stidda, que vai contar a história do irmão mais novo do Teo e o segundo volume da tetralogia Heart Tornado, que vai contar a história do Guitarrista Aventureiro, o Max.


O Vocalista Reservado – As Crônicas da Heart Tornado, livro 1:

Acompanhe a vida dos integrantes da banda de rock mais famosa do momento: Heart Tornado.
Começando pelo… Vocalista Reservado.
Um amor proibido, o vocalista mais famoso do momento, sua assistente e um segredo.

Jay Ackerman:
Estávamos subindo rápido até o topo, milhares de discos vendidos, número um das paradas musicais, fama além do que eu imaginava.
Então, porque me sinto tão sozinho?
Tudo o que eu queria era aproveitar o momento de me reconectar com meus irmãos, meus melhores amigos, companheiros de banda, na Villa exclusiva da nossa gravadora. Escrever novas canções para o nosso próximo álbum. Continuar vivendo nosso sonho.
Mas essa garota certinha e maravilhosa vai me fazer cometer uma loucura…
Preciso resistir a nossa assistente se quero escrever canções novas, mas me parece impossível esquecer aquela boca, aquele corpo, aqueles olhos verdes…

Jo Celine:
Um emprego antes de assumir o cargo no administrativo da empresa do meu pai. É tudo que isso é. Provar que sou capaz, que não vou ser para o resto da vida a filhinha mimada e que só vai conquistar as coisas porque o pai a ajudou.
É meu momento de fazer algo, sem conhecer ninguém, sendo apenas a Jo.
Mas esse maldito vocalista com aqueles olhos azuis severos e incríveis vai me enlouquecer.
Estou pronta para jogar tudo para o alto apenas para prová-lo uma vez.
Porém, não posso. Não devo.
Um, porque aquele Deus do rock todo tatuado e gostoso é meu chefe.
E dois, porque…

*Esse livro não é recomendado para menores de 18 anos. Pode existir gatilhos sobre relacionamento abusivo, uso de substâncias ilícitas, uso de álcool e descrição gráfica de atividades sexuais.


Stidda – O Capo (livro 1):

Ele nunca se esqueceu dela, sua paixão da infância, a princesa da máfia rival.
Ela nunca parou de pensar nele, mas já perdeu as esperanças de ser resgatada pelo futuro Capo rival.


Stidda e a Catania sempre estiveram em guerra. Máfias rivais na Costa Leste dos EUA, os Capos Enrico Conti e Mauro Ricci finalmente chegaram à um acordo de paz.
E para celebrar, decidiram que no futuro, seus filhos se casariam.
Teodoro Ricci e Caterina Conti cresceram juntos e se tornaram melhores amigos, aproveitando os dias na casa de campo do Capo da Catania.
Até que um ataque da La Santa, a terceira máfia da região, transforma os dias felizes em sombras.
Caterina perdeu o pai e foi levada para ser criada pelo tio, Stefano Conti, o novo Capo e sumiu do mapa. Teo nunca mais a viu, e ela perdeu as esperanças de reencontra-lo.
Dez anos depois, Teo nunca se esqueceu da sua Rainha, e agora que é o novo Capo da Stidda, vai lutar por ela e destruir a Catania e a La Santa de uma vez.
E torcer para que Cate o perdoe pelos erros cometidos no caminho.

* Esse é o livro Um de uma série de romance hot dark, com temáticas que podem ser consideradas gatilhos. Não é recomendado para menores de 16 anos. Pode conter: violência, sangue, abusos físicos e psicológicos *


Stidda – O Capo e a Rainha (livro 1.5):

Eles se encontraram depois de dez anos, e agora têm a vida inteira para correr atrás do tempo perdido e eliminar as máfias rivais. Juntos, sempre juntos.

Teo e Cate Ricci passaram por muito, mas ainda têm coisas a enfrentar. Sem saber o que esperar do futuro, o Capo da Stidda e a sua Rainha precisam lidar com os resquícios do traidor, o eventual ataque contra a La Santa e tentar manter a paz com a Catania antes de finalmente destruírem os parentes horríveis da Cate.
Situado um mês antes do Epílogo de O Capo, esse pequeno conto traz mais do primeiro casal abordado nesta série, explorando um pouco mais do relacionamento deles, o amor que sentem um pelo outro, algumas dificuldades e muito, muito hot.
Este conto é inteiramente dependentedo livro 1 e contém spoilers do mesmo. Além disso, alguns fatos ocorridos nele poderão ser mencionados em livros futuros.

**Este é o livro 1.5 da série de romance hot dark Stidda, com temáticas que podem ser consideradas gatilho. Contém: violência, sangue, menção de abusos físicos e psicológicos, e cenas de sexo explícito.

Artigo Fake News

No dia 10/7 escrevi um artigo sobre as consequências das Fake News, no jornal Diário da Região de São José do Rio Preto – SP. O Artigo pode ser lido aqui:

https://www.diariodaregiao.com.br/secoes/blogs/artigos/2020/07/1199315-consequencias-das-fake-news.html

Acho um tema importante a ser discutido, porque, do seu boom em 2016 até hoje, não sabemos como lidarmos com elas. O fato é que não sabemos mais como questionar o que nos é fornecido, não sabemos mais verificar fontes seguras, e isso é um grande problema, porque sem isso, não podemos confiar nas informações que temos. Citei os problemas relacionados a isso e a pandemia do COVID-19, já que as fake news atrapalham diariamente o tratamento e segurança de toda a população.

É de fato um tema a ser discutido, e espero que vocês gostem do artigo, e questionem mais as informações repassadas por fontes não tradicionais.

Artigo publicado no jornal Diário da Região, de São José do Rio Preto – SP, no dia 10 de julho de 2020

Meu novo livro: O Funeral do Meu Ex-Namorado

Hoje vim falar um pouco sobre meu novo livro: O Funeral do Meu Ex-Namorado à venda na Amazon Brasil como ebook.

Gosto de chamar esse livro de “semi autobiográfico”, por que é um pouquinho sobre minha vida e a vida das minhas amigas.

Nesse livro, acompanhamos a história da Alice, que acabou de sair de um relacionamento abusivo de quatro anos. Esse relacionamento chega a um fim abrupto e só por isso que a Alice percebe que estava nesse relacionamento. O livro não trata sobre o relacionamento em si, mas sim sobre o caminho do pós, o caminho que a Alice precisa percorrer para se encontrar novamente, para se amar novamente, para ser feliz.

As personagens são todas inventadas, as situações são todas inventas, porém, os sentimentos que a Alice vivencia, suas dúvidas, seus medos, são coisas que vivi e que minhas amigas viveram. E que muitas mulheres vivem, mesmo sem saber. É muito comum mulheres não perceberem que estão em relacionamentos abusivos sozinhas. Portanto, eu espero que esse livro possa ajudar alguém. E que também mostre que você deve confiar nos seus amigos. Deve apoiar seus amigos.

Foi um livro muito agridoce de escrever. Foi doloroso perceber que eu não tinha curado bem todas as feridas que tinha como achei que havia. Foi doloroso reviver algumas memórias usadas de inspiração para os sentimentos da Alice. Mas foi bom acompanhar a jornada de redescoberta dela, a jornada de amor próprio, porque me ajuda a perceber que eu vivi essa jornada, que ainda estou nela, e que é uma jornada muito bonita.

Na nota da autora, eu deixei um link para o Coletivo Mete a Colher, e uma mensagem. O Coletivo pode te ajudar caso você se identifique em algumas situações e também pode ser indicado para alguma amiga sua. Deixei também o recado de que relacionamentos abusivos não são apenas abusivos psicológicos, podem ser abusivos físicos também. O Coletivo também ajuda nessas situações, mas você pode ligar para o 180 se sofrer essa violência, ou se conhecer alguém que sofreu.

Saiba que muitas mulheres vivem ou viveram esses momentos, e que você não está sozinha. Juntas somos mais fortes. Espero que a Alice traga o sentimento de libertação que ela tanto buscou no livro.

O Funeral do Meu Ex-Namorado está disponível como ebook na Amazon. Compre aqui.

Sinopse:

Quantas vezes você já ouviu que não era suficiente por não se encaixar nos padrões? Ou quis mudar algo em você porque alguém disse que você deveria? E quando a pessoa que te diz tudo isso e mais é o seu namorado?

Alice não conseguia entender por que a pessoa que ela amava causou-lhe tanto mal. Quando tudo acaba abruptamente, ela percebe que esteve em um relacionamento abusivo, e agora precisa reunir os seus pedaços e redescobrir quem é.

Acompanhe a jornada de aceitação de Alice, uma mulher que não atende os padrões do mundo e com uma história próxima da realidade de muitas.

Capa do livro O Funeral do Meu Ex-Namorado de Maria Flávia Calil. A Capa contém uma mulher com cabelos longos e óculos de sol, com o rosto sério

O medo de fracassar e o que é fracassar

O título desse texto parece ser meio confuso, não é?

É que foi difícil para mim começar a organizar as minhas ideias sobre o que realmente é fracassar, e o que a sociedade atual pensa que é fracassar.

Fiz menos sentido ainda, eu sei, mas vamos pensar um pouco em uma situação histórica e hipotética: Muito antigamente, as maiores profissões que poderia trazer dinheiro eram ministério e homens da lei. Estudando o século XVII e XVIII, entendemos que, o filho mais velho herdava as posses do pai, ou sua profissão se eles fossem de uma classe mais baixa, o segundo filho se tornava um homem do ministério e o terceiro filho, um homem das leis. Depois, vieram os comerciantes e em algum momento, os médicos e engenheiros se tornaram tão necessários que a profissão ganhou muito glamour.

Pois bem, chegamos a ainda atual trindade profissional em que a sociedade assume serem as mais prestigiosas: medicina, direito e engenharia. Apesar de existirem um leque enorme de profissões, no campo de exatas, biológicas e humanas, essas três ainda são as mais visadas. Como saber disso? Cursinhos pré-vestibulares literalmente anunciam isso para o mundo, colocando ali somente alunos que passaram em universidades nessas áreas.

Isso reforça um pensamento que a própria sociedade tem, especialmente na hora de pagar por um serviço (apesar de existirem ramos na engenharia bem desvalorizados). O médico é caro, mas ele é médico. O advogado é caro, mas é advogado. O designer do meu logo para o meu comércio? É caro demais, vou procurar outro até encontrar o que, precisando de dinheiro, faça a preço de bananas.

Por reforçarmos a importância (e não estou dizendo que não seja importante) dessas profissões, supervalorizamos seus serviços e aceitamos os preços dispostos à nós. Ao mesmo tempo, desvalorizamos profissões que não são essas, e colocamos barreiras para um crescimento econômico em outras áreas. Temos a concepção de que uma cabelereira não poderia, por exemplo, fazer uma viagem para Europa, porque ela é cabelereira (eu ouvi um cara falando isso essa semana, e estou tentando digerir isso até agora). Temos a concepção de que um psicólogo que cobra mais do que 50 reais em uma sessão é um usurpador e nem é necessário fazer terapia assim.

Nossa, 150 reais por um ursinho de crochê? Que absurdo, não me importa as horas, dias e material que você gastou, está pensando que é médico?

Os esforços dos profissionais nas áreas de medicina, direito e engenharia devem sim serem valorizados. Mas também devemos valorizar as outras profissões da mesma forma. Reforçando apenas essas três, dizemos aos nossos jovens que ele nunca vai ser bem sucedido se escolher fazer artes cênicas, ou não fazer faculdade, ou fazer quatro. Enquanto continuarmos a dizer que apenas essas três profissões trazem sucesso, e ao mesmo tempo nos recusando a pagar o valor devido em outras profissões, estamos constatando que aquela pessoa que escolheu outra coisa vai fracassar.

O conceito de fracasso é uma coisa muito estranha. Fracassar é não suceder, é falhar. Mas por que consideramos uma escritora, um artista, ou uma administradora, ou uma lojista, ou qualquer outra pessoa em outra profissão um fracassado? Se ele esta fazendo o que ama, se ele esta feliz ali fazendo o que gosta, por que chamados de fracasso algo assim?

O medo de fracassar é o medo de falhar, e quando um jovem pensa em não seguir na “trindade do sucesso” é exatamente isso que ele pensa: que ele vai fracassar.

Como você pode fracassar fazendo o que ama?

Maria

Resenha: A Última Festa de Lucy Foley

O livro do intrínsecos(o clube do livro da editora Intrínseca) de Dezembro foi o A Última Festa, a Lucy Foley e agora ele vai ser lançado oficialmente no Brasil, pela editora Intrínseca, e você TEM que comprar. (Intrínseca, 19 de fevereiro de 2020, 1ª edição)

Esse livro conta a história 9 amigos, que são melhores amigos desde a época da faculdade, mas que hoje em dia, vinte anos depois, não tem mais tanto em comum. Todos os anos eles passam a virada do ano juntos, mas esse ano vai ser o último. Porque um deles vai morrer.

É um livro incrível que se passa em uma paisagem bucólica e solitário, intercalando entre passado (30 e 31 de dezembro) e futuro (2 de janeiro) e entre várias personagens (Katie, Miranda, Emma, Heather e Doug). O livro começa já no dia 2 de janeiro de 2019 com a bomba: um corpo foi encontrado, e é um hóspede que está lá naquele lugar no meio do nada, em uma nevasca pesada, com pouco acesso. E pior, aquela pessoa não morreu sozinha, alguém a matou. E esse alguém é um dos hóspedes.

Voltando no tempo, mais especificamente nos dias 30 e 31 de dezembro, bem como lembrando alguns acontecimentos da faculdade, a autora consegue o impossível: Cada segundo que passa do livro você detesta mais e mais cada personagem e detesta mais e mais esse grupo de amigos prepotentes e metidos.

É incrível como a Lucy conseguiu nos fazer ter empatia, e ao mesmo tempo raiva das personagens. As atitudes de alguns, o modo como eles levam a vida, o modo como alguns nunca evoluíram e como secretamente se odeiam é MUITO bem desenhado pela autora.

Eu indico MUITO esse livro, acho que vale muito a pena para quem gosta de mistério. É aquele tipo de livro que você consegue enxergar a crítica sobre quem somos, sobre como nos portamos, como deveríamos nos portar. Você passa a se perguntar: Será que evolui ou estou presa no tempo como algum deles?

Você pode comprar A Última Festa da Lucy Foley aqui

O estranho (novo) mercado de peixes digital

Não sei vocês, mas eu acho ser solteira na era da quarta revolução industrial difícil. Essa é a chamada de era digital, e também da era de menos contato.

É uma mescla de fatores que leva a criação dos aplicativos de namoro: falta de tempo + falta de habilidades sociais + praticidade de não precisar tomar um fora logo de cara. Continuar lendo “O estranho (novo) mercado de peixes digital”