Série de livros: Os Bridgertons

Hoje quis trazer para vocês uma das minhas séries de romance de época favorita!

A série os Bridgertons, da Julia Quinn, se passa entre 1814 e 1827 e tem como protagonista 8 irmãos. Sim, cada livro trata de um irmão!

undefined A família é composta por, em ordem alfabética e de idade: Anthony, Benedict, Colin, Daphne, Eloise, Francesca, Gregory e Hyacinth. A matriarca Violet, Lady Bridgerton, e o finado visconde Bridgerton nomearam sua extensa prole em uma peculiar ordem alfabética.

O primeiro livro, que se passa em 1814, traz a história de Daphne, a quarta irmã, que está em sua segunda temporada na sociedade londrina. Dapnhe é bonita, sim, mas muito amável e isso faz com que ela seja mais amiga do que tudo para os pretendentes. Lady Whistledown mesmo disse, e a colunista misteriosa nunca errava. Entra o Duque de Hastings, Simon Basset. Simon jurou que nunca se casaria e nunca teria filhos, o titulo morreria com ele, para se vingar do pai. Amigo de faculdade do irmão mais velho de Daphne, Anthony, o duque de Hastings entra na vida da família Bridgerton para ajudar a imagem de Daphne, transformando-a com ajuda de sua reputação em uma dama desejável.

Aqui, temos um pequeno gostinho da peculiar e grande família Bridgerton. Apesar de Anthony ser apenas um visconde, como foi seu falecido pai, a família é muito querida, respeitada e temida. É impossível não se apaixonar. E foi assim que Julia Quinn se viu obrigada a escrever mais, como ela mesmo diz em entrevistas, sobre a família.

O segundo livro, portanto, é o do Anthony e acontece em 1814. Ele precisa casar, é claro, como visconde, tem a obrigação de ter herdeiros. Mas ele sabe que vai morrer jovem, afinal, seu pai morreu com apenas 39 anos e uma picada de abelha! Anthony cuida dos irmãos desde que tinha 18 anos e tem um senso de deve impecável, portanto, ele deve casar com alguém que nunca, jamais, vá amar. E essa mulher é Edwina, irmã da irritável, intolerável, enervante, Srta. Katharine Sheffild. E tudo que Anthony sente por Kate é exatamente o que ela sente por ele, portanto, ela fará de tudo para impedir esse matrimonio e poupar sua irmã disso.

O terceiro livro é uma releitura do clássico cinderela. Sophie Beckett é uma criada, filha bastarda de um conde, maltratada pela madrasta que pensa que ela é uma escrava, e por uma das suas irmãs postiças. Tudo que ela mais deseja é viver um dia livre, divertir-se como uma dama da sociedade, participar das fofocas que lia na coluna da misteriosa Lady Whistledown. E a oportunidade surge em 1815, no baile de mascaras da família Bridgerton. E é lá que, disfarçada, ela tem uma noite mágica com Benedict, o segundo irmão, que detesta ser conhecido apenas como segundo irmão. Depois de uma noite mágica, o destino os separa, e a maldade da madrasta de Sophie só torna possível para que eles se reencontrem em 1817.

O quarto livro é meu favorito, devo dizer, por causa das personagens principais. Eu amo o Colin, e todas as aparições que ele fez durante os livros anteriores sempre me cativaram. Ele é divertido, ele é charmoso e ele disse em 1817 que nunca se casaria com Penelope Featherington. Na cara dela. Na frente de sua casa. Na frente dos dois irmãos mais velhos. Enquanto ela saía após tomar chá com a irmã dele, Eloise, e sua mãe. Penelope sempre foi apaixonada por Colin, mas como a própria Lady Whistledown dizia, ela nunca chegaria aos pés dele. Penelope não era feia, mas as roupas que sua mãe escolhia para ela não funcionavam, ela já foi chamada de fruta citrica velha. Ela também era tímida, ficava sempre ao fundo, quieta. Em 1824, anos depois desse fatídico dia, Penelope ainda estava solteira, e com 27 anos era uma solteirona, assim como Eloise Bridgerton, sua melhor amiga. Mas ela não se importava. Porém algo nela havia mudado, e Colin queria desesperadamente descobrir o que.

O quinto livro se passa quase que junto com o quarto, em 1824. Eloise é uma solteira e não se importava com isso, até que bem, sua amiga Penelope e seu irmão Colin começaram a passar tempos juntos. E, a sempre espontânea e perspicaz Eloise resolve visitar sozinha o viúvo de sua prima Marina, Sir Philipe Crane. Depois de trocarem cartas por quase um ano, Eloise aceita seu convite para visita-lo e conhecer seus dois filhos, os gêmeos Amanda e Oliver. Entre os dois pestinhas e o fato de Sir Philip ser introvertido, o verdadeiro oposto da faladeira Eloise, ela começa a questionar se fez a escolha certa. Mas pode ser tarde demais.

O sexto livro é talvez o meu menos favorito, mas muita gente gosta. Eu não consegui na verdade me apegar muito a Francesca, porque ela aparece pouco nos outros livros. Mas a verdade é que a personalidade dela é assim. Francesca é a mais quieta da família Bridgerton e isso é um feito e tanto. Ela os ama de paixão, mas ansiava pela independência e quando se casou com o Conde Kilmartin, John Sirtiling, não teve problemas em dividir seu tempo entre a Escócia e Londres, afinal, além de John, ela tinha o primo dele, Michael, que era melhor amigo do casal. Até que, com apenas dois anos de casamento, John morre. E Michael é o novo Conde. E por mais que Francesca precisasse dele, Michael foge. Ele se sente culpado pela morte do primo, apesar de ser inocente. É que Michael ama Francesca do momento em que a viu, no dia do seu noivado. Em 1824, ele retorna, finalmente pronto para assumir seu lugar como Conde Kilmartin e talvez superar o amor que sente por Francesca.

Ah, o sétimo livro, eu amo. Porque Hyacinth é uma das minhas favoritas. Ele se passa em 1825 e apesar de ser muito linda, Hyacinth está em sua quarta temporada e não recebeu nenhuma proposta. Porque? Talvez porque ela fala o que vem a mente, ou talvez porque ela é uma força da natureza incontrolável, ou talvez porque, como apontou Gareth St. Clair, ela se parece muito com a avó dele, a Lady Dunburry, a condessa mais temida e atrevida da sociedade londrina. Mas Hyacinth não se importa, ela adora Lady D., e inclusive lê para ela todas as terças-feiras. Quando Gareth recebe um diário de sua outra avó, a italiana Isabella, ele conta com a ajuda de Hyacinth para desvendá-lo. Não que ele tivesse alguma alternativa, a caçula dos Bridgertons era impossível de se controlar. Bem que o pobre Antonhy tentará.

O penúltimo livro é o de Gregory. E confesso que também não gostei tanto. Talvez porque tenha tido menos contato com ele, assim como Francesca. Gregory sempre acreditou em amor verdadeiro, afinal seus pais se amavam, apesar do pai ter morrido cedo. E também todos os seus irmãos e irmãs se casaram amando seus parceiros. Gregory sabia o que ia acontecer: ia se apaixonar. Só não esperava se apaixonar pela srta. Hermione Watson, uma belíssima jovem totalmente indiferente a sua afeição. Ele conta então com a ajuda da Lady Lucy, a melhor amiga da Hermione. Lucy está prometida a um Lorde, mas não vê porque não poderia ajudar Gregory, afinal ele era bonito, agradável e ela adorara sua família. Ah, o amor e seus caminhos misteriosos.

O último livro na verdade é uma série de segundos epílogos. A Julia Quinn sentiu que as personagens mereciam ser revisitadas, então escreveu segundos epílogos, para contar o que elas aprontaram após o felizes para sempre de seus respectivos livros. Aqui, visitamos nossas personagens favoritas, exatamente na ordem dos livros publicados, e sabemos mais alguns detalhes importantes de suas histórias.

Eu gosto muito de romance de época porque é algo delicado e simples, e ao mesmo tempo não tão simples. Os romances de Julia Quinn tem um quê de sensualidade, sendo recomendado para maiores de 18 anos, mas tem uma leveza adorável. É possível ler um livro por dia sem se cansar.

Se você gosta de romances de época, eu recomendo muito essa série.

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